segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma aventura nas férias do Natal

Trisavó de pistola à cinta






















Nesta história, uma menina chamada Benedita conta-nos de que forma o seu nome foi passando de geração em geração.
Esse nome era muito conhecido na família, pois a primeira pessoa a tê-lo, a trisavó Benedita, tinha sido, supostamente, muito corajosa ao ir com duas pistolas à cinta tentar expulsar os Franceses…
Embora tudo isto parecesse muito verdadeiro, quando o tio Gonçalo começou a investigar o passado da família chegou à conclusão de que ela não passara de uma espiã ao serviço de D. Filipe II.
Aconselho-vos a leitura deste livro, pois é uma história que nos ensina que, às vezes, as coisas não são bem o que parecem…
Joana Almendra Silva N.º 15 Ano/Turma: 5º4

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O Pêndulo de Foucault


Quando estou prestes a terminar a leitura de um livro, tenho por hábito comprar um novo. Isto é, tinha. É que esta atitude, que mantenho há muitos anos, pode complicar-me o orçamento nos tempos que se avizinham.
No início de Janeiro, saboreava eu o quinto e último volume da SAGA DO ASSASSINO, de Robin Hobb (o nome pode assustar e as capas podem não atrair, mas trata-se de uma aventura fantástica, que me prendeu, literalmente, das primeiras páginas do primeiro volume até ao fim do quinto) quando me pus a pensar na crise.
E não foi difícil chegar à conclusão que este meu hábito de compra de livros novos tem de ser refreado. Mas como, se a leitura é, para mim, como ter mais um sentido?
Fui buscar a solução a uma velha frase, a do título, que ouvi muitas vezes na minha adolescência, quando parecia não encaixar no mundo que os adultos queriam para mim. Na altura, irritava-me solenemente. Hoje, como em muito mais coisas, atesto a sua sabedoria.
Vai daí, resolvi pegar num livro já lido há alguns anos: O PÊNDULO DE FOUCAULT, de Umberto Eco. Recordo-me de, na altura, não ter apreciado o estilo e de apenas o ter concluído por teimosia, para não dar o dinheiro como perdido.
Recomecei, então, a sua leitura. E devo dizer que estou a adorar. O texto, que no início pareceu não desenvolver, acabou por, pouco depois, se entranhar e prender-me. Trata-se de um romance bastante denso, à volta de segredos dos Templários. A trama complexa obriga-me a uma grande concentração (livro mais adequado para leitura em ambiente calmo e silencioso) e o vocabulário, extremamente rico, faz-me ter um dicionário sempre à mão. E hoje já consigo apreciar esta bela obra que terá, porventura, inspirado autores como Dan Brown e o nosso José Rodrigues dos Santos.
Professor Joaquim Mota

O Nabo Gigante

A nossa professora leu-nos a história "O Nabo Gigante" e nós gostámos muito.
Um velhinho e uma velhinha tinham uma grande vaca castanha, dois porcos barrigudos, três gatos pretos e seis canários amarelos, entre outros animais.Numa manhã de Primavera, o velhinho semeou legumes. No Outono, apanhou-os, mas o nabo não saiu.Puxaram, içaram, sacudiram, puxaram com mais força, mas o nabo não se mexeu.
Querem saber como o tiraram da terra?
Leiam a história "O Nabo Gigante".

Gostei muito da história, porque foi muito divertida quando todos tínhamos que dizer “puxava. içava e sacudia e puxava com mais força e o nabo não se mexia”- Leonor.
Eu gostei do história, porque no fim todos caiam uns por cima dos outros - Leonardo.
Gostei da história na parte em que o velhinho e a velhinha foram plantar os legumes e ficámos a saber que os legumes se plantam na Primavera e se colhem no Verão. Só o nabo gigante é que foi tirado no Outono - Miguel
Eu gostei da parte em que choveu muito de noite e ajudou os legumes a crescer-Ludmila.
Alunos do Jardim de Infância do Centro Escolar do Vale de Lamçães Sala 1

segunda-feira, 24 de janeiro de 2011

O Retrato de Dorian Gray


É uma história que questiona a beleza, a juventude, os valores morais.
Dorian Gray era um jovem de 20 anos pertencente à alta burguesia inglesa e foi retratado pelo pintor Basil Hallward. Quando Dorian Gray se deparou com o seu retrato pronto, disse com os olhos cravados na sua efígie. – Eu irei ficando velho, feio horrível. Mas este retrato conservar-se-á eternamente jovem. (...)
A certa altura, Dorian apaixona-se por uma jovem artista, Sibyl Vane, ao ponto de lhe falar em casamento. Dorian convida dois amigos para assistirem a uma das apresentações da moça. Nessa noite, a moça representa muito mal e ele fica consternado. Então, humilhou-a e desprezou-a. Ao chegar a casa, Dorian, dirigiu-se a seu quarto e, ao olhar para o seu retrato, quase enlouqueceu ao perceber que o quadro se tinha alterado. Percebeu então que o quadro reflectia a sua alma e que deveria desculpar-se com Sibyl, assim o quadro voltaria ao normal. Era tarde demais, Sibyl havia cometido suicídio. Dorian passou a ter uma conduta fria e interesseira com todos à sua volta. Induziu pessoas a actos vulgares e criminosos, sempre impune.
A partir daqui, não há como ler este interessante livro que foi, aliás, o único romance escrito por Oscar Wilde, talvez mais conhecido pela sua produção dramatúrgica.

Professor Orlando Martins

Leitão Ciclista em busca do paraíso


Este foi o livro que eu recebi no dia do meu aniversário, no âmbito do protocolo que o nosso Agrupamento estabeleceu com a empresa dst.
Gostei do livro, porque nos fala de um Leitão persistente que, pedalando, vai em busca de um «paraíso» que lhe foi dado a conhecer pela sua mãe. Para mim é um herói muito corajoso e valente que teve a coragem de sair do seu lar e ir à procura da «santa terrinha».
Aqui ficam duas boas razões para vocês lerem o livro: poderem viver e acompanhar a aventura do Leitão Ciclista e aprenderem que não basta sonhar para se concretizar o que desejamos.

Clarisse Alexandra Madruga Soares, Nº8, 6º4

A Pequena Estrela


Este livro é da autoria de Rosário Alçada Araújo e foi ilustrado por Catarina França. É um conto e gostei muito de o ler, porque nos ensina que todos temos a nossa importância e uma missão para cumprir.
O final da história é interessante, porque a estrela aprendeu que devia seguir em frente e que devia sempre fazer o que achava melhor.
Não hesitem, leiam a obra!

Joana Almendra, nº15, 5º4

terça-feira, 4 de janeiro de 2011

"L.A. & Cª no meio da revolução"




















O livro "L.A. & Cª no meio da revoluçãO", de Maria Mata, fala do roubo de um trabalho científico e de um rapto, no meio da revolução do 25 de Abril de 1974.
Aconselho a sua leitura, porque é um livro divertido, que fala de uma revolução portuguesa, o 25 de Abril de 1974.
Maria Domingues Jorge, N.º21, 5º4

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Floresta






















O momento da história que mais me agradou foi quando Isabel, a menina protagonista da história, construiu a casa para o seu amigo anão. A Isabel fez a casa com muito carinho, tornando-a o mais confortável possível.
Isabel fez as paredes com cascas de plátano, paus e pedras que havia no seu jardim, cobriu o telhado com musgo e fez a porta com canas e ráfia. Para tornar a casa do anão mais confortável, colocou dentro da casa uma cama com um colchão, alguns cobertores, uma mesa e uma cadeira e um tapete.
Adorei o livro! A escritora é fantástica!

Luís Sobral, Nº19 – 5º 2

sexta-feira, 3 de dezembro de 2010

Marley, o cão traquinas

A história preferida dos alunos do Jardim de Infância de Tenões é "Marley, o cão traquinas".
Aqui ficam os seus testemunhos.

















Eu achei piada àquela parte em que o Marley destruiu o sofá. - Constança, 5 anos


















Eu achei piada àquela parte em que ele assustava as pessoas que o iam buscar. - Sara Maria, 5 anos

















Eu gosto da página em que ele foi à sanita. - João Carlos, 5 anos

Marley, o cão traquinas


















Eu gostei da parte em que o Marley foi buscar o bebé em cima do frigorífico. Foi amigo da mãe. André - 5 anos

É bom ouvir histórias!

Os alunos do Jardim de Infância de Tenões gostam muito de ouvir histórias, porque:
Têm imagens engraçadas e é simpático as pessoas lerem histórias para outras - Mariana
São bonitas e eu gosto de responder às perguntas para aprender mais coisas e aprender a escrever - André
Pra aprender, porque são bonitas e têm imagens muito bonitas - Sofia
São importantes para aprender - Sara
Eu quero aprender a ler. As histórias não têm coisas difíceis.As pessoas têm que ficar caladinhas para ouvir as histórias - João Miguel