quinta-feira, 3 de março de 2011

Raptados no espaço


Gostei deste livro, porque as personagens são engraçadas. Gostei em especial do cão, porque está sempre a cheirar as pegadas do dono para tentar encontrá-lo.
Não deixem de ler este livro, porque há coisas espectaculares e misteriosas!
André Machado Couto, 5º2

quarta-feira, 2 de março de 2011

O Cavaleiro da Dinamarca


Há muitos anos, numa noite de Natal, um cavaleiro foi ter com a sua família para lhes dizer que ia partir para a Terra Santa, mas prometeu que iria estar presente no próximo Natal, junto à sua família.
O cavaleiro partiu e parou em muitos sítios como, por exemplo, Veneza, onde aprendeu muita coisa. Fizeram-lhe uma proposta para ficar em Veneza e não se ir embora, mas o cavaleiro recusou, pois prometeu uma coisa e assim a cumpriu, apesar de não poder ir de barco e ter que ir a cavalo, ao frio e à chuva.

Aconselho este livro aos meus amigos porque é uma história cheia de aventuras, de coragem e de histórias que o cavaleiro vai ouvindo. Achei-o muito interessante, e gostei muito da forma como o cavaleiro recusou propostas únicas, só por causa da promessa que fez à sua família.
Ana Sofia Rego – 5.º 8

A Lógica da maçã


Isaac decidiu viver no campo, porque a Peste Negra estava a atacar muitas pessoas em Londres. Pensava no problema quando se sentou debaixo de uma macieira a apreciar a Lua. No meio dos seus pensamentos foi atingido por uma maça.
Isaac queria ser arqueólogo, mas também crescia dentro dele um fascínio pela matemática e pelos números.
Conseguiu encontrar o seu caminho. A maioria dos meninos pensa que a matemática é uma boa forma de passar o tempo. O problema é que Isaac se cansou dos números. E arranjou um novo passatempo: a luz. Isaac nunca se cansou de descobrir os segredos do Universo. Só que, quando chegou ao fim da vida, teve a sensação de que «o grande oceano da verdade permanecia todo por descobrir». É verdade! Há muitas descobertas para fazer...

Aconselho este livro aos meus amigos, porque é interessante, o autor é expressivo e entra como personagem, o que nos faz saber um pouco mais sobre a sua vida.
Eduarda Pagno – 5º 8

O Capitão Cuecas e a Maquiavélica Maquinação do Professor Borracuecas


A história passa-se numa escola, onde estudam George e Harold. O professor de Ciências demite-se devido a estar cansado das brincadeiras dos seus alunos. Quem vem substituí-lo é o Professor Borracuecas, que é gozado por todos, por causa do seu nome ridículo.
O professor Borracuecas é maquiavélico e planeia vingar-se de todos, usando os seus inventos maléficos: toda a gente teria de mudar de nome, para outro escolhido pelo Professor, se não, seriam encolhidos.
Uma vez mais, Harold e George entram em acção e hipnotizam o director da escola, que se transforma no herói Capitão Cuecas. Este salva toda a gente e o maquiavélico professor Borracuecas é preso.

Aconselho este desafio aos meus amigos, porque é um livro com muito humor, divertido, fácil de ler, as personagens são hilariantes e quase que conseguimos imaginá-Ias na nossa vida e até na nossa escola.
José P. Ferreira - 5.º 8

Raptados no espaço


Gostei deste livro, que me foi oferecido pela escola no dia do meu aniversário, porque fala de meninos que foram raptados pelos extraterrestres e eu adoro-os!
O livro é muito engraçado e prático para as crianças lerem.
André Faria Pereira,5º4

terça-feira, 1 de março de 2011

Uma Aventura no Pulo do Lobo


Gostei muito deste livro, porque, além do título sugestivo, fiquei também a conhecer um pouco mais sobre Pulo do Lobo – existe uma lenda sobre este local que fala de uma princesa e de um camponês que tinham um amor proibido.
Também gostei da parte final, porque as autoras visitaram o Pulo do Lobo e foi na própria cidade, em Mértola, que elas fizeram o lançamento deste livro.
Acho que deveriam ler este livro, porque fala de um tesouro escondido, que o grupo, com algumas pistas, conseguiu encontrar.
As autoras basearam-se numa lenda para escrever este livro, o que o torna mais realista.
Tiago Almeida Ribeiro, nº27, 6º3

domingo, 27 de fevereiro de 2011

Hélia Proculina


Recebi este livro no dia do meu aniversário, no âmbito do protocolo com a empresa dst.
Foi bom lê-lo, porque aprendi palavras novas, por exemplo: fuligem.
Fala de bruxas, mas elas não existem!
André Francisco Gonçalves, 3º B Eb 1 do Bairro Duarte Pacheco

A Cobra Cava- Covas e outras fábulas novas


Os meninos do 2º ano B da Escola EB1 do Bairro Duarte Pacheco receberam este livro no dia do seu aniversário e deixaram-nos as suas opiniões.






Eu gostei deste livro, porque conta a história de uma cobra que fazia buracos na terra para plantar árvores.Além disso, conta várias histórias bonitas e pequenas, o que o torna fácil de ler.
João Carlos Silva Freitas

Este livro fala sobre várias espécies de animais. Também enriquece o nosso vocabulário sobre animais de várias espécies.
Helena Rodrigues Ferreira

Gostei deste livro, porque gosto muito de animais, é muito bonito e fácil de ler.
Pedro Augusto Marques Lopes

Os meus amigos deviam ler este livro, porque é muito bonito e tem histórias divertidas.
Cristóvão Costa

De todas as histórias deste livro, gostei mais da "Cabra-covas". Acho que é um livro muito educativo e que passa boas mensagens.
Maria Eduarda Peixoto

terça-feira, 22 de fevereiro de 2011

Leitão Ciclista em busca do Paraíso

Foi bom ter recebido este livro no dia dos meus anos, porque gosto de livros com um final feliz e com uma excelente mensagem. Gostei deste Leitão pela sua coragem e entusiasmo pela descoberta.
Aconselho a sua leitura, porque tem uma boa mensagem. Às vezes, temos que arriscar, como fez o Leitão, para reconhecermos que não há sítio melhor que a nossa casa!
Inês Cardoso Braga, 6º9

O Leitão Ciclista em busca do paraíso


Este foi o livro que eu recebi, na Escola, no dia do meu aniversário.
Gostei muito dele, porque fala de um porquinho cómico.
É interessante!
Martim Matos, 6º9

segunda-feira, 21 de fevereiro de 2011

Paulina ao piano


Este foi o livro que a Escola me ofereceu no dia do meu aniversário, no âmbito do protocolo estabelecido com a empresa dst.
Fala de uma menina, Paulina,que,um dia, foi para a praia e sentiu saudades do seu piano. Mostra-nos, ainda, o amor que a une ao padrasto, o Tio António.
Achei este livro encantador! É um livro rico em criatividade e imaginação!
Aconselho a sua leitura, porque transmite uma grande prova de amor à Música!
José Diogo Dourado, 6º3

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Menino Árvore


Filipe Come-Come era um menino malandro que comia tudo o que lhe aparecia à frente e lhe cheirava bem. Um dia, a sua fada decidiu marcar uma reunião com as outras. Então, chegaram à conclusão que o Filipe Come-Come devia aprender uma lição. No dia seguinte, o Filipe Come-Come transformou-se em árvore, e um duende passou a fazer o dia-a-dia dele, duende que, porque se sentia sozinho, queria ficar com a família do Filipe Come-Come. Depois tudo se resolveu e Filipe Come-Come acabou por voltar a ser um menino e só ficou com o nome Filipe.

Aconselho este livro aos meus amigos porque acho que é interessante e os meus colegas deveriam ler esta história para saberem que devemos ouvir o que nos dizem.
Patrícia Araújo - 5.º 8; N.º 20

A Floresta


O livro que eu li fala de uma rapariga de onze anos chamada Isabel que um dia foi à floresta e construiu uma casa feita de materiais naturais. No dia seguinte, Isabel voltou à floresta e, ao chegar junto da casa que construíra, encontrou um anão deitado na cama que lá pusera. Quando o anão e a rapariga conseguiram falar, ficaram logo amigos.
Passado um ano de amizade, o anão contou a sua história a Isabel. Na história, o anão dizia que teria de entregar duas arcas de oiro a uma pessoa generosa e Isabel ajudou-o a encontrar essa pessoa. Ela sugeriu o seu professor de música, mas ele não quis aceitar a oferta. Em vez disso, deram o oiro ao seu amigo Doutor Máximo, que o entregou a todos os pobres. Quando aquele oiro desapareceu por completo o anão ficou satisfeito e foi ter com os seus familiares.

Aconselho este desafio aos meus amigos porque a história é muito interessante, tem boa moral e tem um final feliz.
Daniela Gomes - 5.º 8; N.º 28

quarta-feira, 9 de fevereiro de 2011

A Menina Coração de Pássaro

Gostei deste livro, porque nos fala de uma menina sonhadora e solitária que, ao ajudar um pássaro de árvore de Natal, conheceu, através do sonho, a liberdade e o poder da amizade, graças a uma nova amiga, a estrela cintilante.
Aconselho a sua leitura, porque vemos como através do sonho se fazem muitas descobertas, entre elas a importância da amizade. E ainda podemos descobrir como um pássaro, defeituoso, renasce transformando a vida da Menina.
Clarisse Alexandra Madruga Soares Nº.8, 6º4

terça-feira, 8 de fevereiro de 2011

Os Ovos Misteriosos

Aqui fica a história que os meninos do Jardim de Infância do Centro Escolar do Vale de Lamaçães querem partilhar!

segunda-feira, 7 de fevereiro de 2011

Uma aventura nas férias do Natal

Trisavó de pistola à cinta






















Nesta história, uma menina chamada Benedita conta-nos de que forma o seu nome foi passando de geração em geração.
Esse nome era muito conhecido na família, pois a primeira pessoa a tê-lo, a trisavó Benedita, tinha sido, supostamente, muito corajosa ao ir com duas pistolas à cinta tentar expulsar os Franceses…
Embora tudo isto parecesse muito verdadeiro, quando o tio Gonçalo começou a investigar o passado da família chegou à conclusão de que ela não passara de uma espiã ao serviço de D. Filipe II.
Aconselho-vos a leitura deste livro, pois é uma história que nos ensina que, às vezes, as coisas não são bem o que parecem…
Joana Almendra Silva N.º 15 Ano/Turma: 5º4

sexta-feira, 4 de fevereiro de 2011

O Pêndulo de Foucault


Quando estou prestes a terminar a leitura de um livro, tenho por hábito comprar um novo. Isto é, tinha. É que esta atitude, que mantenho há muitos anos, pode complicar-me o orçamento nos tempos que se avizinham.
No início de Janeiro, saboreava eu o quinto e último volume da SAGA DO ASSASSINO, de Robin Hobb (o nome pode assustar e as capas podem não atrair, mas trata-se de uma aventura fantástica, que me prendeu, literalmente, das primeiras páginas do primeiro volume até ao fim do quinto) quando me pus a pensar na crise.
E não foi difícil chegar à conclusão que este meu hábito de compra de livros novos tem de ser refreado. Mas como, se a leitura é, para mim, como ter mais um sentido?
Fui buscar a solução a uma velha frase, a do título, que ouvi muitas vezes na minha adolescência, quando parecia não encaixar no mundo que os adultos queriam para mim. Na altura, irritava-me solenemente. Hoje, como em muito mais coisas, atesto a sua sabedoria.
Vai daí, resolvi pegar num livro já lido há alguns anos: O PÊNDULO DE FOUCAULT, de Umberto Eco. Recordo-me de, na altura, não ter apreciado o estilo e de apenas o ter concluído por teimosia, para não dar o dinheiro como perdido.
Recomecei, então, a sua leitura. E devo dizer que estou a adorar. O texto, que no início pareceu não desenvolver, acabou por, pouco depois, se entranhar e prender-me. Trata-se de um romance bastante denso, à volta de segredos dos Templários. A trama complexa obriga-me a uma grande concentração (livro mais adequado para leitura em ambiente calmo e silencioso) e o vocabulário, extremamente rico, faz-me ter um dicionário sempre à mão. E hoje já consigo apreciar esta bela obra que terá, porventura, inspirado autores como Dan Brown e o nosso José Rodrigues dos Santos.
Professor Joaquim Mota

O Nabo Gigante

A nossa professora leu-nos a história "O Nabo Gigante" e nós gostámos muito.
Um velhinho e uma velhinha tinham uma grande vaca castanha, dois porcos barrigudos, três gatos pretos e seis canários amarelos, entre outros animais.Numa manhã de Primavera, o velhinho semeou legumes. No Outono, apanhou-os, mas o nabo não saiu.Puxaram, içaram, sacudiram, puxaram com mais força, mas o nabo não se mexeu.
Querem saber como o tiraram da terra?
Leiam a história "O Nabo Gigante".

Gostei muito da história, porque foi muito divertida quando todos tínhamos que dizer “puxava. içava e sacudia e puxava com mais força e o nabo não se mexia”- Leonor.
Eu gostei do história, porque no fim todos caiam uns por cima dos outros - Leonardo.
Gostei da história na parte em que o velhinho e a velhinha foram plantar os legumes e ficámos a saber que os legumes se plantam na Primavera e se colhem no Verão. Só o nabo gigante é que foi tirado no Outono - Miguel
Eu gostei da parte em que choveu muito de noite e ajudou os legumes a crescer-Ludmila.
Alunos do Jardim de Infância do Centro Escolar do Vale de Lamçães Sala 1