quinta-feira, 16 de junho de 2011

"Livro"


A emigração portuguesa para França nos anos 60 é o principal tema de "Livro", o romance de José Luís Peixoto.
"Livro" fala da História recente de Portugal, "de acontecimentos dos últimos 50 anos, com destaque para a vaga de emigração para França, uma aventura que milhões de portugueses empreenderam em busca de uma vida melhor", para quem a emigração massiva de há meio século simbolizou "a passagem de uma sociedade rural a uma sociedade urbana". Livro é uma espécie de novelo narrativo com a ponta virada para fora, puxada a qual se desenrola a nossos olhos a história portuguesa dos últimos 70 anos.

É uma obra claramente dividida em duas partes, bem distintas.
Na primeira narra-se a saga de Ilídio e Adelaide, num ambiente rural que atravessa os míseros anos da ditadura salazarista. Tempos de miséria e de fome. Fome de pão mas também de liberdade. Para Ilídio e Adelaide a felicidade era proibida pelo preconceito, pelo medo, pela pobreza de pão e de espírito.
Na segunda parte do Livro, todo o tom da narrativa se modifica: a esperança renasce; a vida adquire tons mais vivos; o mundo ilumina-se. E o marco dessa mudança é o 25 de Abril. O amor de Ilídio e Adelaide ressurgirá finalmente; a vida passa a ser escrita na cor da esperança. O autor do livro brinca com o narrador e com o leitor, em jogos de palavras e de enredo que encantam quem lê, como se diz na contracapa do livro, “onde se ultrapassam as fronteiras da literatura”.
Mais do que cativante, mais do que genial, a escrita de Peixoto é absolutamente mágica. Há episódios que me provocaram um arrepiante estado de deslumbramento.

Gostei do "Livro" a falar comigo.

Professora Isabel Afonso

segunda-feira, 6 de junho de 2011

Cadernos de Agosto











Recebi este livro no dia do meu aniversário, no âmbito do protocolo estabelecido com a dst.
Gostei do livro, porque tem graça e fez-me rir várias vezes.
O livro não é muito comprido e a escrita é simples.
A primeira história é muito engraçada.

Adriana Oliveira, nº1 7º7

quarta-feira, 25 de maio de 2011

João Ar Puro no País do Fumo









Este livro fala sobre um menino que conhece a Natureza e todos os seus amigos, segredos, filhos, …
O rapaz ao ouvir as queixas da Natureza parte à aventura, onde vai passar maus momentos e bons…

Que queixas é que a Natureza lhe fez?
Quais são os bons e os maus momentos?
Será que ele vai conseguir satisfazer a Natureza?

Para descobrir, terás de ler o livro!

Bárbara Ferraz, nº4 -6º3

“Como que faz cor de laranja ” de António Torrado















Um pequeno pintor muito curioso parte à aventura de descobrir a forma de fazer cor de laranja. Ele vai a falando com alguns membros da sociedade para desvendar este mistério.

Questão: Até que…
Quem o irá ajudar?
Será que ele vai descobrir?


Ana Rita Ramalho, nº2-6º3
Bernardo Graça, nº5 - 6º3

segunda-feira, 23 de maio de 2011

A Menina que roubava gargalhadas


Este conto foi escrito por Inês Pedrosa que se inspirou nos quadros do pintor Júlio Pomar. Quadros estes que servem de ilustração à história contada.

Laura era uma menina que adorava rir e dar gargalhadas e não hesitava em roubá-las fosse a adultos, fosse a crianças. Ficava com as gargalhadas só para ela e fartava-se de rir sozinha. Laura era assim porque vivia num sítio onde apesar de as pessoas terem tudo não conseguiam ser felizes e em vez de rir passavam a vida a suspirar. A menina não compreendia aqueles adultos que tinham tudo para rir e ser felizes e em vez disso passavam a vida a suspirar.
Certo dia, estava ela a brincar no jardim quando reparou num buraco numa árvore. Resolveu entrar e depressa deu por si num enorme e curvado escorrega, fresco mas muito escuro. Finalmente, chegou a um floresta onde tudo era enorme e onde habitavam vários animais.
Seguindo o conselho que a mãe sempre lhe dava, “Se pensasses um bocadinho, tinhas medo”, Laura começou a andar e a cantar para espantar o medo. Entretanto, tudo ficava mais escuro e ela começava a cantar cada vez mais alto para não começar a chorar. Mas quando o sol desapareceu desatou aos berros pela mãe e pelo pai.
A Lua aproximou-se dela e contou-lhe a história dos irmãos Kuat e Laê - o Sol e a Lua - concluindo que o dia volta sempre e que ela não precisava de ter medo. A Lua aconselhou-a a dormir e disse-lhe que durante o sono lhe ensinaria, em sonhos, a falar a língua dos meninos que iria conhecer no dia seguinte e informou-a que estava no Brasil, na floresta Amazónica.
No dia seguinte, acordou rodeada de meninos barulhentos, com cabelos negros, olhos amendoados e cheios de pulseiras coloridas. Por mais que tentasse, Laura não conseguia roubar-lhes as gargalhadas. Quando lhes explicou que tinha fome, eles trouxeram-lhe frutas de todas as cores e formas. Foram depois, para um lago onde brincaram todo o dia entre peixinhos prateados, cor-de-laranja e vermelhos.
Chegou a noite e Laura desatou a chorar com saudades dos seus pais. Pediu então aos meninos que a ajudassem a encontrar o caminho de regresso a casa. Os meninos disserem-lhe que teriam que procurar uma árvore com escadas mas que seria muito comprida e quando ela chegasse ao topo já seria muito velhinha. Laura chorou tanto, tanto que as lágrimas dela encheram o lago. Do fundo do lago, aparece o Génio Das Lágrimas que ralhou com ela dizendo-lhe que ao roubar as gargalhadas aos outros espalhava a tristeza. A menina só queria que os seus pais aparecessem por ali mas o Génio disse-lhe que isso só era possível se os transformasse em borboletas. A Laura achou que os seus pais não seriam felizes com essa forma. Desistiu dessa ideia e tomou a decisão de procurar a escada que a levaria de volta à sua casa.
Ao receber um beijo mágico da Lua, Laura adormeceu por três dias e três noites. Quando, finalmente, abriu os olhos viu os pais que lhe sorriam. Percebeu, então, que já não precisava de roubar mais gargalhadas. Estava num sítio feliz.
Vânia Fernandes, 6º7 nº 27

quarta-feira, 4 de maio de 2011

Ricardo, o Radical


Esta obra é da autoria de Maria Teresa Maia Gonzalez, da colecção Profissão Adolescente e é recomendado pelo Plano Nacional da leitura.

A obra conta a vida de um adolescente muito radical; os desportos radicais eram a sua maior paixão. Ser radical era a personagem que ele encarnava, até que um dia teve um acidente de mota.

A partir daí, deu mais importância à família e às pessoas que o rodeavam, e até deu consigo mesmo com sentimentos de amor, uma coisa nunca tinha sentido.

Este livro ensina a dar mais valor às pessoas que nos rodeiam.

Ricardo Pereira 7º1

sábado, 30 de abril de 2011

O RECRUTA


O livro é bastante interessante, pois fala de um jovem chamado James e da sua irmã Lauren que, depois da terrível morte da mãe, são estudados no lar de acolhimento por um jovem que pertence a uma agência secreta chamada CHERUB.
Depois do jovem analisar bem o comportamento de James, fala com Mac (director da CHERUB), revelando que acabara de descobrir um possível futuro agente. Mac, contente com a notícia (pois é difícil de encontrar jovens com as capacidades exigidas), manda raptar James para fazer o teste...
Uma parte do texto, de que toda a gente vai gostar imenso, é quando James descobre que a sua parceira era uma rapariga; ele fora avisado que Kerry Chang era perita em artes marciais e que falhara a recruta anterior, pois não estaria para brincadeiras e James, todo convencido, provocou Kerry, mas 2 segundos depois estava a ver estrelas e estava bastante arrependido.
Ao longo da recruta, os agentes são levados ao limite para se saberem desenrascar em qualquer ocasião.
O que é a CHERUB? A CHERUB é uma agência que pertence aos serviços secretos. Os seus agentes têm entre 10 e 17 anos. Todos os querubins são órfãos recrutados em lares de acolhimento e treinados para trabalharem como agentes secretos, vivem no campus da CHERUB, cujas instalações secretas se encontram num lugar escondido, algures numa região rural de Inglaterra.
O que fazem estes miúdos? Descubram vocês…
Gabriel Amarante 7º4

“Indie Kidd - Como ser fixe”


Olá (:
Este é o primeiro livro de uma colecção constituída, apenas, por dois livros.
O livro de que vos vou falar é um bom passatempo, pois é muito interessante e divertido. Fala da vida de uma menina com dez anos de idade, chamada Indie Kidd. É uma rapariga muito stressada, e que se deparou com uma situação difícil de resolver. Tudo começou quando a professora pediu aos alunos da turma para identificarem os seus três melhores talentos. Assim, perante este pedido, a Indie viu-se aflita para encontrar, simplesmente, um dos seus talentos. No entanto, com a ajuda das duas melhores amigas, Soph e Fee, e de um cão tímido, conseguiu alcançar aquele objectivo. Juntos, descobriram aquilo que realmente é fixe sobre Indie!
Aconselho a leitura deste livro, pois é muito interessante e divertido, … e será muito melhor quando descobrirem tudo o que Indie Kidd passou para encontrar os seus três melhores talentos. E para que será a ajuda de um cão?
Ainda irão gostar mais do segundo livro, que se chama “Indie Kidd- Ups, perdi as minhas melhores amigas” que é muito engraçado e mostra-nos a importância da amizade.
Ângela Mendes 7º4

O fantasma da casa ao lado


Hannah era uma rapariga americana que vivia com os seus pais. Estava em férias de Verão e não tinha nada que fazer. Escrevia montes de cartas à sua melhor amiga que estava a passar férias num acampamento, mas esta não lhe respondia.
Um dia, Hannah reparou que vivia um rapaz, chamado Danny, na casa ao lado. A rapariga não notara a mudança de Danny. Resolveu ir cumprimentá-lo. Perguntou-lhe em que escola andava e em que ano, e o rapaz respondeu que andava na mesma escola que Hannah e que estava no 8º ano (o mesmo de Hannah!). A partir daí também começaram a acontecer coisas muito estranhas... Será Danny um fantasma?
Danny ficou amigo de uns rapazes mais velhos que ele. Incentivavam-no a roubar e cometer estragos. Hannah pressentia que Danny se ia meter em sarilhos...
Hannah ficou muito amiga dele e teve coragem para lhe perguntar, enquanto jogavam futebol:
- Danny, és um fantasma?
Danny ficou espantado com a pergunta. Hannah não ligou e continuaram a jogar à bola. Danny deu um chuto na bola e caiu. Pediu ajuda para se levantar, mas quando Hannah lhe estendeu a mão para o ajudar, a sua mão trespassou-lhe o corpo.
Quem será afinal o fantasma?
Diogo Costa 7º1

Saga «Ciclo da Herança»


Olá!
Venho falar-vos desta saga chamada «Ciclo da Herança», escrita por Christopher Paolini, da editora Gailivro, até agora composta por três livros: Eragon (o 1º); Eldest (o 2º); e Brisingr (o 3º).
A história fala de um rapaz chamado Eragon que está prestes a fazer 16 anos e vive numa aldeia chamada Carvahall; um dia, quando está quase a caçar um veado, este foge e ele encontra uma pedra misteriosa.
É então que Eragon mergulha numa aventura repleta de magia e acção que se vai desenrolando numa terra chamada ALAGAËSIA.
O primeiro capítulo (Prólogo: Espectro de Medo) do livro é um pouco confuso, mas à medida que se vai avançando na história, vai-se compreendendo o que se passou no primeiro capítulo.
Adorei ler esta saga, porque o escritor consegue, de certa forma, caracterizar a história de modo a fazer sentir o leitor como se estivesse dentro dela.
Os dois primeiros livros (Eragon e Eldest) estão aqui na biblioteca e vou tentar fazer com que esta adquira o terceiro (Brisingr).
Aconselho a leitura desta saga a toda a gente que goste e que não goste de ler. Eu próprio não gosto de ler e mal toquei no primeiro livro nunca mais parei!
José Pedro Pinto 7º4

sexta-feira, 29 de abril de 2011

Aventuras na escola


Este livro é escrito pela Enid Blyton, uma das minhas escritoras favoritas, é o primeiro livro da colecção (tem 6 obras). Adorei esta colecção, é mesmo muito interessante, esta escritora é muito boa. Descreve muito bem e parece que estamos mesmo a viver a leitura.
Esta obra é muito interessante, pois conta a vida de Elizabeth, uma menina mimada e egoísta num colégio interno, Whiteleafe. Este colégio é diferente dos outros, é um palácio cor de cristal, rodeado de flores e com uma entrada gloriosa. Mas não é só no aspecto exterior que Whiteleafe é diferente, pois é uma escola mista, o que é raro em colégios internos.
No final de cada semana, há uma assembleia semanal, onde as crianças criam as suas próprias regras. Essa assembleia decorre no ginásio e comparecem todos os alunos do colégio, as directoras da escola, Miss Belle e Miss Best e um professor, Mr. John. Na assembleia, há os monitores que são alunos da escola escolhidos pelos colegas, pois acreditam e têm muita confiança neles. Há ainda os chefes das raparigas e dos rapazes, William e Rita.
No início da assembleia, depositam o dinheiro que têm numa caixa e no final os monitores dão duas libras a cada um, para ficarem todos iguais. De seguida, William e Rita perguntam se há queixas ou descontentamentos. O mais giro de tudo é que os professores não interrompem os alunos, só se for a pedido pelos chefes, para ajudar numa decisão, por exemplo.

Como já disse, aconselho a leitura desta obra, e o resto da colecção pois são muito divertidas, interessantes e completamente diferentes da nossa experiência de alunos.
PS: Esta colecção está na biblioteca.

Leonor Silva 7º 4

A rapariga das laranjas


O livro de que vos vou falar chama-se: “ A rapariga das laranjas”, escrito por um autor Norueguês chamado Jostein Gaarder, da Editora Presença.

O livro fala de um rapaz chamado Georg, que tinha um pai que faleceu quando ele tinha 4 anos. O Georg, aos 15 anos, leu uma carta que o seu pai lhe escrevera. Essa carta falava de uma bela história de amor, onde o pai dele relata uma rapariga que era bela e diferente de todas as outras… e que andava sempre carregada com um grande saco cheio de laranjas. O seu pai chamava-lhe rapariga das laranjas. Ela tem um significado importante na vida do pai do Georg…
O pai do Georg escreveu esta carta, porque ele tinha uma doença e sabia que iria falecer, então como pensou que não ia ter tempo suficiente para conhecer o seu filho, e para este conhecer o seu pai, resolveu escrever uma carta onde relata os momentos que foram mais significativos em toda a sua vida…
Se quiserem saber o que contém a carta que o Georg leu sobre a rapariga das laranjas, vão ter de requisitar este livro que se encontra disponível na biblioteca. Aconselho a leitura deste livro principalmente a pessoas que são sensíveis.
Este livro marcou-me imenso, porque viver sem um pai, nos nossos dias, é bastante complicado. Temos de aprender a dar o devido valor aos nossos pais e agradecer-lhes por fazerem parte dos melhores momentos da nossa vida.
Quem acham que será a rapariga das laranjas?

Leiam este livro, não se vão arrepender!

Bárbara Alves 7º 4

Amanhecer


“Para Bella Swan, o amor irrevogável por um vampiro enreda-se, de um modo fantástico e terrível, com a realidade perigosamente opressiva.”

Bella é uma rapariga normal, de 18 anos e Edward um vampiro, para sempre “congelado” nos 17.
Com a decisão já tomada (entre a vida de humana ao lado do seu melhor amigo, lobisomem, e a vida de imortal como vampira ao lado do seu mais-que-tudo Edward, vampiro) de se tornar vampira, Bella vê-se entre a vida e a morte quando enfrenta os perigos de ter uma filha semi-vampira.
É Uma história emocionante cheia de enigmas, perigo e romance. Amanhecer é o quarto e último livro da Saga Twilight, pelo que eu aconselho a lerem primeiro os anteriores, Crepúsculo, Lua Nova e Eclipse, para saberem toda a história do romance de Edward e Bella.

Estes espectaculares livros da Saga Twilight foram escritos pela escritora Stephenie Meyer e editados pela Gailivro (em Portugal).
Amanhecer tem cerca de 750 páginas, mas vale mesmo a pena ler!

Rita Inês Carvalho 7º5

“Halloween…que grande medufa!”


A parte que mais me cativou foi, logo no início, quando Geronimo Stilton apanhou um grande susto. Se estão curiosos eu vou contar:
Era meia-noite e o Director do Diário dos roedores estava a trabalhar com a janela aberta para, de vez em quando, olhar lá para fora. Estava então a trabalhar, sossegado, quando decidiu observar o exterior e viu o focinho e um gato fantasma. Com o medo, fechou a janela. Depois, pensou que talvez fosse uma alucinação porque estava a trabalhar demais e que era melhor voltar para casa. Quando foi buscar as chaves de casa, encontrou uma surpresa: uma caveira!!! E aí percebeu que não estava a sonhar. Correu para a saída do seu gabinete e ao meter a mão no puxador, sentiu algo pegajoso que parecia sangue. Com o medo, queria sair o mais rapidamente possível dali. Nesse instante ouviu um ruído: “Buuuuuuuuuuu!!!”, parecia um fantasma. Depois ele apareceu. Geronimo Stilton deu um berro e saltou para trás. E quase a perder o fôlego, chegou à saída. E aí surgiu outra surpresa inesperada. A porta de saída estava trancada e o fantasma cada vez mais perto. Ele só tinha uma solução, correr pelo outro corredor, e foi isso que fez. Nesse momento, ele viu um esqueleto. Estava quase a desmaiar quando uma voz conhecida lhe fez recordar o seu primo Esparrela. E não é que era ele mesmo.
Foi disto que eu gostei mais!
Guilherme, 5º2

O Jaleco


A história fala-nos de um burro que se chama Jaleco e se perde num bosque. O rapaz parte à aventura, à procura do seu amigo Jaleco. Na sua viagem, faz novos amigos e, quase no final, ele encontra o Jaleco muito fraco, cheio de dentadas e com muito pouco sangue. Um velho sábio mata-o pensando que não tem qualquer utilidade.
Este livro foi escrito por António Mota e recomendo - o, porque tem coisas de um livro complexo. As cenas são tristes e alegres, as ilustrações são do melhor que há, com as cores mais vivas que possa haver no mundo.
Espero que gostem.
Luís Alberto 4º D Centro Escolar do Vale de Lamaçães

A porta do tempo



Este livro foi escrito por Pierdomenico Baccalario, é da colecção Ulysses Moore e foi editado pela Editorial Presença.
Aqui vai o resumo, espero que gostem:
Fala de um menino, Ryan, que, todos os dias, durante a sua volta de bicicleta, passava por uma mansão, parava, observava e pensava " quem me dera entrar um dia nela".
Um dia, dois meninos compraram a casa e foram para a turma de Ryan. Este fez amizade com eles e, certa tarde, os meninos convidaram-no para ir lanchar e ele aceitou. Já ao fim da tarde, começaram a ouvir passos e correntes enferrujadas e velhas. Viram que vinha duma porta, foram lá, mas não conseguiram abri-la. E isto durante dias e dias a fio!
Certo dia, eles conseguiram abrir a porta e....
Terão de ler o resto
José Duarte Marinho 7º1

quinta-feira, 28 de abril de 2011

A Rapariga das Laranjas


Esta obra, de Josteein Gaarder, é uma história trágica, mas verdadeiramente apaixonante. Trágica, porque se refere à morte prematura de um pai que deixa órfão um menino de quatro anos. Como sabia que não podia acompanhar o crescimento do filho, deixa-lhe uma carta onde procura transmitir-lhe o seu amor à vida e aos mistérios da existência. É nesta carta, e também na que o filho escreve, por fim, ao pai, que a dimensão apaixonante deste livro não deixa ninguém indiferente.
Eu adorei lê-lo. É muito agradável. Não cansa e ajuda-nos a olhar para a vida com outros olhos, isto é, apreciando as pequenas coisas.
Professora Helena Ferreira

O Piquenique do Tomás

A história fala do Tomás que foi fazer um piquenique com os seus amigos.
Todos foram para a água, menos o João que estava sentado a ver um livro, na sombra.
Quando saíram da água, foram jogar à bola e o João continuou a ler o livro.
Os amigos foram convidar o João para jogar com eles e o João aceitou, porque os amigos disseram que o importante não era jogar bem, mas divertir-se.
Gostamos da história porque o mais importante não é ser o melhor, mas é divertir-se. Uns são melhores a fazer uma coisa e outros a fazer outras coisas.

Eu tinha vergonha de falar, mas agora já não tenho e tenho muitos amigos.
Afonso
Eu tinha vergonha de contar histórias e agora já não tenho.
Rafael