sexta-feira, 17 de fevereiro de 2012

O Tiago está a pensar

O livro fala-nos de um jovem chamado Tiago que tem catorze anos, anda no 9ºano e tem o hábito de pensar. Esta postura adquiriu-a quando ele tinha apenas 10 anos e os pais se estavam a divorciar. Ele, apesar de tudo, queria acompanhar a sua amiga Teresa; caso contrário, não conseguiria ter uma conversa sensata com ela. A partir daí, os lugares onde ele mais pensava eram na casa de sua amiga Teresa ou no jardim zoológico. Ele costumava pensar no seu cão que estava doente, nos seus pais, na escola, e em muitas mais coisas…
Ana Cristina Neves CostaN.º2 - Ano/Turma:6º4

A história do senhor Sommer

Gostei deste livro, porque conta episódios engraçados e outros mais trágicos de uma infância atribulada.
Não gostei di final, porque o senhor Sommer se suicidou, em vez de descobrir a razão que o mantinha vivo e, assim, ser feliz.
Das personagens, gostei mais do menino, porque era uma criança diferente, com uma visão diferente das coisas e do mundo.
Maria Domingues Jorge N.º20 Ano/Turma: 6.º4

Uma questão de cor

O livro que li é composto por dez capítulos e o que mais me agradou foi o penúltimo que tem como título “Inferno (uma descida ao) ”, porque narra o que aconteceu durante a festa do Vítor, no Inferno (o restaurante mais louco da cidade), para além de mostrar que o Vítor não era má pessoa.
O tema principal desta obra é o racismo.
A personagem de que mais gostei foi o Daniel, porque, apesar de todas as provocações e comentários acerca dele, ele manteve-se calmo e não arranjou confusão.
Rodrigo Nuno Carvalho, Nº 25, Ano/Turma 6º4

Gato Fantasio e a Pedra Mágica

Um gato, de seu nome Felinoro Panteroso, jovem com o pelo cinzento e macio (como a maior parte dos gatos) passeava, tranquilamente, pelas Colinas Felpudas, quando encontrou uma pedra mágica. Curioso, tocou-lhe e as suas patas aqueceram, a cauda inflamou-se e a sua cor mudou para cor-de-rosa perpúrio. Ele apercebeu-se de que quando apertava a pedra mágica podia fazer mil magias, como por exemplo voar, saber as tabuadas, geometria, enfim tudo. A pedra trouxe alegria e conhecimento. Quando Felinoro regressou a casa e seus pais viram a sua cor, nem queriam acreditar. Não acreditaram no que viam nem no que ele contava.
Os pais deitaram a pedra mágica fora e, no momento em que isso aconteceu, caíram relâmpagos e trovões em toda a Bichanolândia. Felinoro começou a chorar porque se sentia mal pelo que estava a acontecer. Felinoro tornou à sua cor normal e, nessa mesma noite, fugiu à procura da pedra da Felicidade, A Pedra Felina.
Agora que já sabem a lenda, leiam o livro para saber se a Gema Felina foi encontrada e por quem.
É um livro que quanto mais se lê mais se quer ler!
Eva Durães Antunes, N.º 14 Ano/Turma: 6º4

Um beijo no pé


Li o livro "Um beijo no pé".A autora é Maria Teresa Maia Gonzalez, a ilustradora Carla Gomes e a Editora: Editorial Presença.
Gostei muito deste livro, porque fala de uma bonita história de amor e de amizades verdadeiras entre irmãos que, apesar de raramente falharem, têm sempre altos e baixos.
Achei o final muito interessante,porque as personagens, o Miguel e a Filipa, se reconciliam e descobrem que não conseguem sobreviver um sem o outro.
ostei especialmente da personagem da Graça porque ela era supercompreensiva com o Miguel e, apesar de ser mais nova,era quem mais o apoiava.
Joana Almendra Silva N.º15 Ano/Turma: 6º4

O mistério do quadro desaparecido


Este livro é um policial. O autor é Blue Balliet, o ilustradorBrett Helquist e foi editado pela Editorial Presença
Gostei de o ler, porque tinha mistérios e aventuras. Ao longo do livro, os leitores tinham que ir decifrando os mistérios, o que tornava a leitura mais dinâmica e empolgante.Uma curiosidade sobre o livroé que há quem diga que este livro é o Código da Vinci adaptado para os mais novos.
Joana Almendra Silva N.º15 Ano/Turma: 6º4

quinta-feira, 26 de janeiro de 2012

Ai quiseste ir de férias, Stilton?


Esta história fala-nos das férias de Geronimo Stilton que queria ir de férias e o sue primo Esparrela aconselhou-lhe o parecer do seu amigo Trapaçaldo. Este senhor aconselhou-lhe o destino de Puerto Catórzio como uma boa cidade para férias. Este homem que tratava Geronimo por “ Gerotimo “ cobrou-lhe uma quantia imensa de dinheiro pela viagem.
Stilton foi de avião para a cidade e durante a viagem encontrou uma mulher que viajava com o seu filho. Durante todo o percurso, o menino não parava de questionar Geronimo sobre todas as coisas e mais algumas, e assim chegou a Puerto Catórzio.
Na cidade, Geronimo ficou instalado num hotel de fraca qualidade, não tinha a sua praia desejada, o seu quarto estava cheio de teias de aranha, o candeeiro estava partido e a cama cheia de pulgas. Quando queria dormir no exterior estavam homens loucos a dançar, ao ritmo de uma música endiabrada.
Geronimo foi perseguido por tubarões, esturrou o focinho ao sol, teve de saltar de paraquedas e fazer escalada livre. Quando foi para sua casa, O diário dos Rouderos, famoso jornal de Ratázia, deparou-se com várias pessoas. Falou com elas sobre as suas férias e as pessoas fartaram-se de rir. Uma dessas pessoas sugeriu a Stilton que escrevesse um livro sobre a sua mais recente aventura – as suas férias.
Adorei o livro, porque é divertido e engraçado. Já li, noutras ocasiões, livros desta coleção.
André Faria Pereira, nº4 6º4

quarta-feira, 18 de janeiro de 2012

O diário de um banana 4


Este livro fala-nos sobre um menino chamado Greg killer, que está sempre fechado em casa a jogar videojogos. Um dia, a mãe abriu as cortinas e disse-lhe:
- Vai até à piscina do Rockey! (era o seu melhor amigo).
Ele lá foi e divertiu-se muito.
Passados uns dias, bateram à porta. Era o Rockey com o seu pai que disse que eles lhe estavam a dever dinheiro por ingerirem batidos e não pagarem. Então, eles para arranjarem dinheiro, criaram a manutenção de relvados vipe.
Aconselho a leitura deste livro a um(a) amigo(a), porque o livro é muito engraçado, sugestivo e acho que é o mais apropriado para a nossa idade.

Ana Cristina Neves Costa, nº2 6º4

As aventuras de Sherlock Holmes


Gostei deste livro do Arthur ConanDoyle, editado pela Bertrand Editora. Apresento três das aventuras da obra.
A Liga dos Cabeça Vermelha é um dos muitos crimes a ser desvendados pelo brilhante detetive Sherlock Holmes e pelo seu amigo e ajudante, o Dr. Watson. Esta nova aventura decorre em Londres, mais precisamente na praça Saxe-Coburg, e consiste na investigação do estranho emprego oferecido a pessoas com cabelos vermelhos e de todos os detalhes do potencial crime escondido por detrás do extraordinário emprego.
A vítima deste novo caso é o Sr. Jabez Wilson, um cavalheiro gordo e pachorrento, com uns exuberantes cabelos vermelhos. O queixoso procura a ajuda de Sherlock Holmes por causa da perda do seu emprego; tinha, com a ajuda do seu ajudante supostamente chamado VicentSpaudling, arranjado um bom emprego durante algumas semanas e, de repente, o local onde trabalhava encerra sem qualquer explicação. Sherlock Holmes acha o caso bastante peculiar, portanto decide investigá-lo com a ajuda de Watson.
O Carbúnculo azul é uma aventura decorrida em Londres que conta, naturalmente, com a presença do inteligente Sherlock Holmes e do seu amigo, o Dr. Watson. Nesta nova aventura, Sherlock Holmes e o amigo têm que descobrir quem roubou uma pedra preciosa de valor incalculável, o carbúnculo azul, da condessa de Morcar. Inicialmente, o detetive e o amigo apenas têm um velho chapéu e um ganso como pista.
Mais tarde, vem-se a descobrir que o dono dos pertences é o Sr. Henry Baker, um homem simples e desafortunado, que nem sequer sonhava o que se encontrava no papo do seu ganso. Sherlock Holmes percebe que Henry Baker não é o ladrão, portanto decide continuar a sua perseguição.
Esta nova aventura chama-se “A Faixa Malhada” e conta, naturalmente, com a presença do extraordinário Sherlock Holmes e do seu fiel amigo, Dr. Watson. Desta vez, o detetive e o amigo têm que descobrir a causa da estranha morte da irmã gémea da menina Helen Stoner, de Stock Moran, Surrey.
Num certo dia de Abril de 1883, uma rapariga chamada Helen Stoner foi ter com Sherlock Holmes a pedir auxílio. A menina Stoner vivia solitária e aterrorizada com o seu padrasto, o doutor GrimesbyRoylott, desde a morte inexplicável da sua irmã gémea. Sherlock Holmes aceita o caso e começa as suas investigações.
Rita Inês Cunha Meira Carvalho, Nº22, 8º5

A Carochinha e o João Ratão



João Porcalhão



quarta-feira, 11 de janeiro de 2012

O Mistério das Botas Desaparecidas


O livro que li é de ficção científica.
Gostei do livro, porque acho que este livro é bastante divertido, criativo e animado, devia era ser um bocadinho mais adequado para a minha idade.
Gostei do fim do livro, porque foi aí que Pipa descobriu onde estavam as suas botas mágicas e ganhou o jogo com a equipa das avionetas.
Ana Cristina Neves Costa, N.º2 - 6º4

O Geniozinho


Eu gostei muito deste livro, está muito bem dividido e apresentado; fala-nos de um menino chamado Rodrigo que tem sempre excelente a tudo; é muito organizado e passa a vida a estudar. Um dia adoece, ficando muitas semanas na cama. Depois de estar curado, volta para as aulas; mas, passado um ou dois meses, esse mesmo menino deixa de ligar às aulas e passa a fumar e a ser um gandulo. A mãe, muito preocupada, vai falar com ele. Perante esta situação, ele ainda fez pior e disse que queria sair da escola. Agora, se querem saber mais sobre a história vão à nossa biblioteca e requisitem o livro…
Ana Cristina Neves Costa N.º2,6º4

Segredos entre Amigas


O livro fala de duas amigas que eram inseparáveis e muito diferente uma da outra. Uma chamava-se Alice e a outra Gemma. A primeira era muito calma e gostava do tipo de coisas apaparicadas, já a Gemma era mais o tipo Maria rapaz. Elas adoravam-se, não havia segredos entre elas, mas um dia a Alice guardou um segredo da sua amiga: ela tinha um diário onde todos os dias escrevia. Gemma como era interessada pela amiga, ficou com curiosidade e deu uma espreitadela no diário e assim ficou a saber do segredo da amiga. Ficaram tristes, porque o segredo iria separá-las; Gemma ficou muito magoada. A mãe da Alice fez uma festa e Gemma recusou-se a ir, mas acabou por ir e, no final, ficou tudo bem.
Bárbara Raquel Carvalho Soba N.º7, 6º4

sexta-feira, 9 de dezembro de 2011

O Menino que não gostava de ler


Esta história, fala-nos de um menino chamado Leopoldo. Esta criança tinha uma família que adorava ler, mas o jovem quando tentava ler só via as letras desordenadas a saltarem de um lado para o outro. O que o menino desejava muito era ter umas sapatilhas nos seus aniversários, mas os seus pais só lhe davam livros.
Um certo dia, o menino foi à casa de um amigo cuja família não lia, e Leopoldo divertiu-se imenso na casa do seu companheiro.
Então, o jovem decidiu sair de casa e apanhou um autocarro que o lavara até um parque, queria sentar-se e apreciar as crianças a brincar, mas não havia bancos livres. Até que, viu um banco, só com um senhor sentado, de muita idade, de bengala e de óculos escuros. Pensando que ele deveria ser cego, decidiu sentar-se e comer o seu bolo. O senhor invisual falou com a criança e afirmou que tinha saído de casa e vivido na rua. O cego disse que não tinha lido o final de um livro, pois, tinha sido preso e espetaram-lhe, com a espada nos olhos e desde aí ficou cego. Então, Leopoldo afirmou que iria a uma biblioteca ler o final daquela história, e lá foram. Quando abrira a página onde o senhor tinha ficado, aconteceu o mesmo de sempre, as letras ficaram desordenadas e a saltar de um lado para o outro. O senhor reparou na dificuldade com que o menino lia, levou-o a casa e recomendou aos seus pais que lhe dessem uns óculos.
Desde esse dia, o senhor invisual ficou a conhecer o final do livro, Leopoldo começou a gostar de ler e recebeu as sapatilhas tão desejadas.
Não gostei do livro,porque nos fala de um menino, Leopoldo, e dos seus pais, que só queriam que ele lesse livros. Por isso, não o deixavam comprar coisas ou objetos que ele gostava de ter e, nos seus anos, os presentes eram sempre livros e mais livros.
Gostei do fim da história, porque no final da história, os pais do Leopoldo descobrem a dificuldade que ele tem a ler, e compram-lhe uns óculos. Tudo isto se deve ao menino ter encontrado um dia um senhor invisual e, este reparou que ele não gostava de ler pois não conseguia ver o que estava escrito nos livros. Com a ajuda do jovem, o senhor cego conseguiu terminar o livro que quando era menino, começara a ler, mas não pode terminar.
André Faria Pereira, N.º 4, 6º4

quinta-feira, 8 de dezembro de 2011

Rusty, a raposinha ferida


O livro que li fala de uma menina chamada Eva que vive num centro de acolhimento de animais e que, um dia, encontrou uma raposa no mato. Como o animal estava ferido, ela levou-o para ser tratado.
Já curado, o animal teve de regressar à sua família e decidiram, então, pôr-lhe um sensor na orelha para saber que não corria perigo.
Soltaram-na e rapidamente deixaram de ouvir o sensor, mas, seguindo o seu rasto, começaram a ouvi-lo outra vez e descobriram que tinha encontrado a família e que o sensor não funcionava debaixo de terra.

Gostei do livro, porque mostra que há pessoas que se preocupam com os animais.

Gostei do fim da história, porque soube que a raposa estava bem junto da sua família.

A personagem que mais gostei foi a Eva, porque demonstrava amor e ternura por cada animal que encontrava ou tinha.

Gostei especialmente da frase “Eva não queria saber, pois o que importava era que a Rusty estava viva, de saúde…e de volta ao lugar onde pertencia!” (pág. 113)

Rodrigo Nuno Carvalho Nº25, 6º4

Uma chuvada na careca


O livro “Uma chuvada na Careca” fala de uma menina que andava na “Careca”. Careca era o nome da sua escola. Careca, porque não tinha telhado e tudo o que a rodeava eram buracos. Além disso, para os alunos entrarem na escola, havia tábuas colocadas no chão.
Apesar disso, é nesta escola velha que a narradora vive bons momentos com os seus amigos e diverte-se à grande com as visitas dos professores do Conselho Diretivo à sala de aula: o”Chico Fininho”, o diretor, e a “ Belezas”, a assessora.
Entre os colegas, destacam-se a Gui que é a mais popular, a “Asinhas nos pés”, a sua melhor amiga, o “Telegoela” que não perdia um filme ou programa de televisão e, por isso, não falava de outro assunto…
Na história, a narradora fala também muito da avó que só queria ver a “sua” novela e não deixava mais ninguém ver outros programas.
Um dia de chuva, encontravam-se todos os alunos num pavilhão quando, com o efeito da tempestade, as tábuas foram pelo ar e a luz falhou.
Por fim, todos conseguiram sair de lá, mas a “Careca” fechou para obras durante cerca de 15 dias.

Aconselho a leitura deste livro, porque é um livro super interessante que nos mostra que nem tudo o que nos rodeia é o mais importante e que toda a gente tem pontos altos e baixos na vida.
Joana Almendra Silva N.º15, 6º4

A melodia do adeus


Com apenas dezassete anos, Ronnie, a personagem principal vê a sua vida virada do avesso, quando o casamento dos pais chega ao fim e o pai, um pianista fabuloso, tal como ela, se muda da cidade de Nova Iorque, onde vivem, para uma pequena cidade costeira na Carolina do Norte. Três anos não são suficientes para ela esquecer a mágoa que sente pois pensa que o pai fora o culpado do divórcio.
Entretanto, vê-se obrigada, pela mãe, a passar um Verão na companhia do pai e rejeita com rebeldia todas as tentativas de aproximação deste, recusando-se, entre outras coisas a tocar piano. Mas será em Wrightsville Beach que Ronnie irá descobrir a beleza do primeiro amor, quando conhece Will e se apaixona profundamente.
Além disso, descobre também que o pai tem uma doença incurável e, a partir daí, a reaproximação acontece e a rapariga passa a tocar para o pai horas a fio, tornando-se a sua companheira até à última melodia, a melodia do adeus.


O motivo que me levou a ler este livro foi o facto de a minha irmã, a minha mãe e a minha prima já o terem lido e falarem muito bem deste.
Falaram-me um pouco dele (o início) e deixaram-me curiosidade para o ler e descobrir o seu final.
Joana Almendra Silva N.º15, 6º4

Ulisses


O livro que li fala de um rei chamado Ulisses que vivia numa ilha grega, Ítaca, junto de sua mulher, Penélope, e do seu filho, Telémaco.
Ulisses tinha várias paixões, como o mar, o sol e a lua. Ele não era um rei comum, era um rei que se dava bem com toda a gente e era amado por todos na sua ilha.
Mas aconteceu que, um dia, Páris raptou a princesa grega e Ulisses viu-se obrigado a ir combater, coisa que ele não gostava, porque só lhe interessava o mar. Ulisses viveu várias aventuras.
Muitos anos depois, Ulisses volta a Ítaca onde se revela a toda a gente, expulsando os pretendentes ao trono.
Mais tarde, vai ter com a sua mulher que fica radiosa ao saber que Ulisses, depois de muitos anos, voltou.

Gostei do livro, porque na aula de Língua Portuguesa escrevemos umas frases que falavam de uma aventura que Ulisses tinha vivido. Fiquei curioso, li-o e, agora, já percebo o que as frases queriam dizer.

Gostei do fim da história, porque Ulisses, depois de muitos anos, volta para junto da sua família e dos seus amigos.

A personagem que mais gostei foi do Ulisses, porque, para voltar a ver a sua família, o herói teve de ter muita coragem, força e esperança.

Gostei especialmente da frase “Mas tinha de ser Ulisses, tinha de ser ele! Só ele lutaria assim desta maneira por amor dela!” (pág.67)
Rodrigo Nuno Carvalho Nº25 6º4

HISTÓRIA DA ÉGUA BRANCA


O livro fala de um senhor chamado Cristóvão que tinha três filhos e uma Égua que, para ele, era a melhor coisa que podia ter. Como ele já tinha uma certa idade, queria fazer um testamento, mas não sabia a qual dos três filhos havia de a dar. Então, foi ter com um amigo que sabia tudo e quando lá chegou pediu-lhe uma sugestão. O amigo disse-lhe para a dar ao filho de quem mais gostasse, mas Cristóvão disse que “os filhos são todos iguais”.

Aconselho a leitura deste livro, porque prova a todos os pais que os filhos devem ser todos tratados com igualdade (independentemente das circunstâncias).
Pedro Gonçalves,Nº23,6º4