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segunda-feira, 13 de maio de 2013

História de uma gaivota e do pássaro que a ensinou a voar


Num dia de temporal, aterrou na varanda da casa de Zorbas uma gaivota moribunda que, antes de morrer, pôs um ovo e pediu ao gato para cumprir três promessas: não comer o ovo, cuidar da gaivotinha e ensiná-la a voar. Depois de Zorbas chocar o ovo, nasceu uma gaivotinha que lhe chamou "Mamã". Zorbas, sem saber o que fazer, foi ter com os seus amigos Colonelo, Secretário, Sabetudo e Barlavento para o ajudarem. Depois de muito trabalho e de muitas aventuras, Ditosa conseguiu, finalmente, voar!

Diogo Correia, nº6 - 5º2

Ganhei mil milhões na lotaria

Nesta aventura, Esparrela, o primo de Gerónimo Stilton, ganha a lotaria e fica muito diferente, deixando de ligar à família e esbanjando muito dinheiro em helicópteros e palácios de ouro.
Gerónimo fica triste com esta atitude, mas finge-se feliz pela sorte de Esparrela. Um dia, porém, o Esparrela regressou sujo e sem dinheiro e implorou ao primo que o deixasse voltar para casa. Gerónimo abraçou-o e perdoou-lhe.
Passados alguns dias, Gerónimo Stilton ganhou um concurso com uma carica no bar do seu amigo Salpicão. Este deu-lhe todo o dinheiro que ele precisava para concretizar o seu sonho: abrir um restaurante!
 
Diogo Luís Gonçalves correia, nº6 5º2

quarta-feira, 27 de fevereiro de 2013

"A ovelhinha preta", de Elisabeth Show

                   O livro fala de um pastor que tinha um cão chamado Piloto e um rebanho com ovelhas brancas e uma preta.O Piloto achava-se importante por ajudar o pastor. Quando alguma ovelha se afastava do rebanho, o cão ia buscá-la. Todas as ovelhas faziam o que o cão queria, menos a ovelha preta.
                  Certo dia, a ovelha preta avisou o pastor que ia chover, mas o cão não concordou. De repente, começou a chover e o pastor e cão correram rapidamente para casa. A ovelhinha preta conduziu as outras até uma gruta.
                  No dia seguinte, saíram e foram procurar o pastor. Este viu-as no cima do monte e arrependeu-se.
                  A partir dali, o pastor começou a fazer cachecóis com padrões pretos e brancos e a ter lucros na feira.
                   No final, o rebanho ficou com ovelhas de cores diferentes.
 
                                             Paulo Alexandre Ferreira Rebelo, nº 17, 5º2
 
 

                                                              

O Grilo Verde


               
                Este livro, escrito por António Mota, fala sobre um grilo muito verde que entrou na horta do tio Manuel Liró. A notícia circulou por toda a horta.
                Os Grilos Pretos, como queriam que ele fosse preto e cricrilasse, decidiram prendê-lo.  Então cercaram-no, mas o Grilo Verde saltou para as costas do Tio Manuel Liró, que tinha adormecido debaixo da oliveira. Depois, ele acordou, viu os grilos pretos no feijoeiro e teve de o destruir para que os grilos pretos fossem embora. O Grilo Verde ficou sozinho, mas...
               Lê a história e descobre o que aconteceu a seguir!
Diogo Beltron Dória, 5º2

sexta-feira, 29 de abril de 2011

“Halloween…que grande medufa!”


A parte que mais me cativou foi, logo no início, quando Geronimo Stilton apanhou um grande susto. Se estão curiosos eu vou contar:
Era meia-noite e o Director do Diário dos roedores estava a trabalhar com a janela aberta para, de vez em quando, olhar lá para fora. Estava então a trabalhar, sossegado, quando decidiu observar o exterior e viu o focinho e um gato fantasma. Com o medo, fechou a janela. Depois, pensou que talvez fosse uma alucinação porque estava a trabalhar demais e que era melhor voltar para casa. Quando foi buscar as chaves de casa, encontrou uma surpresa: uma caveira!!! E aí percebeu que não estava a sonhar. Correu para a saída do seu gabinete e ao meter a mão no puxador, sentiu algo pegajoso que parecia sangue. Com o medo, queria sair o mais rapidamente possível dali. Nesse instante ouviu um ruído: “Buuuuuuuuuuu!!!”, parecia um fantasma. Depois ele apareceu. Geronimo Stilton deu um berro e saltou para trás. E quase a perder o fôlego, chegou à saída. E aí surgiu outra surpresa inesperada. A porta de saída estava trancada e o fantasma cada vez mais perto. Ele só tinha uma solução, correr pelo outro corredor, e foi isso que fez. Nesse momento, ele viu um esqueleto. Estava quase a desmaiar quando uma voz conhecida lhe fez recordar o seu primo Esparrela. E não é que era ele mesmo.
Foi disto que eu gostei mais!
Guilherme, 5º2

terça-feira, 7 de dezembro de 2010

A Floresta






















O momento da história que mais me agradou foi quando Isabel, a menina protagonista da história, construiu a casa para o seu amigo anão. A Isabel fez a casa com muito carinho, tornando-a o mais confortável possível.
Isabel fez as paredes com cascas de plátano, paus e pedras que havia no seu jardim, cobriu o telhado com musgo e fez a porta com canas e ráfia. Para tornar a casa do anão mais confortável, colocou dentro da casa uma cama com um colchão, alguns cobertores, uma mesa e uma cadeira e um tapete.
Adorei o livro! A escritora é fantástica!

Luís Sobral, Nº19 – 5º 2

terça-feira, 23 de novembro de 2010

O Cavaleiro da Dinamarca

Título da obra: O Cavaleiro da Dinamarca
Autora: Sophia de Mello Breyner Andresen
Editora: Figueirinhas

Comentário sobre o final da obra

O final do livro foi esquisito. O Cavaleiro tinha chegado a casa, mas antes disso, durante o seu regresso, aconteceram coisas muito estranhas que, hoje em dia, não acontecem. O Cavaleiro, pelo caminho, encontrou um lobo esfomeado pronto a comê-lo. Ao conversar com o animal, conseguiu fazer com que ele se fosse embora. Eu não sei como é que ele fez aquilo e não me perguntem. Ele fez o mesmo com um grande urso, e, acreditem ou não, ele conseguiu, novamente, que o animal se afastasse! Passado algum tempo, ele não sabia se estava perdido ou não, mas de repente viu uma luz. Adivinhem que luz era aquela? Era uma árvore enorme, toda iluminada pelos anjos para guiar o Cavaleiro. Tudo isso aconteceu porque ele era um homem santo, porque ele fez uma longa viagem para Belém, só para rezar na cabana onde Jesus Cristo nasceu.
Para mim, o final deste livro foi milagroso!

Joana, 5º2

segunda-feira, 22 de novembro de 2010


Título da obra: “História de uma pequena estrela”
Autor: Rosário Alçada Araújo
Ilustradora: Catarina França
Editora: GAILIVRO


Resumo da história

Era uma vez uma estrela chamada Pequena Estrela. E sempre que havia uma festa no céu, a Pequena Estrela escondia-se atrás da lua porque pensava que era feia. Quando as nuvens conversavam umas com as outras, ela também se escondia atrás de um planeta. Um dia, a Estrelinha decidiu fugir e descer à Terra. Então ela rodopiou, saltou e caiu em frente a um lago lindíssimo. Ela começou a observar os animais, as plantas e tudo o que a rodeava. Uma árvore que ali se encontrava, saiu do seu sítio e foi falar com ela. Ela achou estranho e sentiu vergonha. A estrelinha começou a imaginar como as pessoas a tratariam naquele lugar. Olhou à sua volta, era tudo colorido e bonito! Na mesma hora, decidiu ficar na terra.

Susana Airosa, Nº27 - 5º2

Título da obra: “A vassoura mágica”
Autora: Luísa Ducla Soares
Ilustradora: Paula Oliveira
Editora: ASA

Momento da obra que mais me agradou.

O momento da obra que mais me agradou coincide com o momento em que Ana, a menina do bairro de lata, descobre que a vassoura era mágica e que voava. A vassoura permitiu-lhe viajar pelo universo. Conheceu rios, cidades, campos a perder de vista. Ia chocando com um avião militar. Assustou um bando de patos bravos. Furou duzentas e cinquenta e sete nuvens. Não havia maneira de a parar! Também lhe permitiu saber onde cresciam os rios, o trigo, onde levavam os caminhos-de-ferro e onde os barcos se abrigavam das tempestades. Visitou palácios reais, templos forrados a ouro, florestas virgens, e muitos outros sítios maravilhosos. Essas viagens possibilitaram o abastecimento dos mantimentos da casa, conseguiram tornar feliz uma menina dum bairro de lata, bem como a sua família e os seus amigos.
É uma história esplêndida de magia! Aconselho a sua leitura aos meus colegas.

Raquel Carvalho, Nº:25 - 5º2