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quarta-feira, 12 de junho de 2013

O poeta faz-se aos 10 anos


Uma turma com alunos entre os 10 e os 11 anos descobre o mundo mágico da poesia. Muitos deles são preguiçosos, mas com a ajuda da professora escrevem poemas maravilhosos, animados e com muito amor.É um livro que nos mostra o entusiasmo dos alunos ao descobrirem o gosto pela escrita, depois de se aperceberem que a brincar podem construir pequenos textos poéticos.
Alunos do 5º8 

quarta-feira, 2 de março de 2011

O Cavaleiro da Dinamarca


Há muitos anos, numa noite de Natal, um cavaleiro foi ter com a sua família para lhes dizer que ia partir para a Terra Santa, mas prometeu que iria estar presente no próximo Natal, junto à sua família.
O cavaleiro partiu e parou em muitos sítios como, por exemplo, Veneza, onde aprendeu muita coisa. Fizeram-lhe uma proposta para ficar em Veneza e não se ir embora, mas o cavaleiro recusou, pois prometeu uma coisa e assim a cumpriu, apesar de não poder ir de barco e ter que ir a cavalo, ao frio e à chuva.

Aconselho este livro aos meus amigos porque é uma história cheia de aventuras, de coragem e de histórias que o cavaleiro vai ouvindo. Achei-o muito interessante, e gostei muito da forma como o cavaleiro recusou propostas únicas, só por causa da promessa que fez à sua família.
Ana Sofia Rego – 5.º 8

A Lógica da maçã


Isaac decidiu viver no campo, porque a Peste Negra estava a atacar muitas pessoas em Londres. Pensava no problema quando se sentou debaixo de uma macieira a apreciar a Lua. No meio dos seus pensamentos foi atingido por uma maça.
Isaac queria ser arqueólogo, mas também crescia dentro dele um fascínio pela matemática e pelos números.
Conseguiu encontrar o seu caminho. A maioria dos meninos pensa que a matemática é uma boa forma de passar o tempo. O problema é que Isaac se cansou dos números. E arranjou um novo passatempo: a luz. Isaac nunca se cansou de descobrir os segredos do Universo. Só que, quando chegou ao fim da vida, teve a sensação de que «o grande oceano da verdade permanecia todo por descobrir». É verdade! Há muitas descobertas para fazer...

Aconselho este livro aos meus amigos, porque é interessante, o autor é expressivo e entra como personagem, o que nos faz saber um pouco mais sobre a sua vida.
Eduarda Pagno – 5º 8

O Capitão Cuecas e a Maquiavélica Maquinação do Professor Borracuecas


A história passa-se numa escola, onde estudam George e Harold. O professor de Ciências demite-se devido a estar cansado das brincadeiras dos seus alunos. Quem vem substituí-lo é o Professor Borracuecas, que é gozado por todos, por causa do seu nome ridículo.
O professor Borracuecas é maquiavélico e planeia vingar-se de todos, usando os seus inventos maléficos: toda a gente teria de mudar de nome, para outro escolhido pelo Professor, se não, seriam encolhidos.
Uma vez mais, Harold e George entram em acção e hipnotizam o director da escola, que se transforma no herói Capitão Cuecas. Este salva toda a gente e o maquiavélico professor Borracuecas é preso.

Aconselho este desafio aos meus amigos, porque é um livro com muito humor, divertido, fácil de ler, as personagens são hilariantes e quase que conseguimos imaginá-Ias na nossa vida e até na nossa escola.
José P. Ferreira - 5.º 8

domingo, 13 de fevereiro de 2011

O Menino Árvore


Filipe Come-Come era um menino malandro que comia tudo o que lhe aparecia à frente e lhe cheirava bem. Um dia, a sua fada decidiu marcar uma reunião com as outras. Então, chegaram à conclusão que o Filipe Come-Come devia aprender uma lição. No dia seguinte, o Filipe Come-Come transformou-se em árvore, e um duende passou a fazer o dia-a-dia dele, duende que, porque se sentia sozinho, queria ficar com a família do Filipe Come-Come. Depois tudo se resolveu e Filipe Come-Come acabou por voltar a ser um menino e só ficou com o nome Filipe.

Aconselho este livro aos meus amigos porque acho que é interessante e os meus colegas deveriam ler esta história para saberem que devemos ouvir o que nos dizem.
Patrícia Araújo - 5.º 8; N.º 20

A Floresta


O livro que eu li fala de uma rapariga de onze anos chamada Isabel que um dia foi à floresta e construiu uma casa feita de materiais naturais. No dia seguinte, Isabel voltou à floresta e, ao chegar junto da casa que construíra, encontrou um anão deitado na cama que lá pusera. Quando o anão e a rapariga conseguiram falar, ficaram logo amigos.
Passado um ano de amizade, o anão contou a sua história a Isabel. Na história, o anão dizia que teria de entregar duas arcas de oiro a uma pessoa generosa e Isabel ajudou-o a encontrar essa pessoa. Ela sugeriu o seu professor de música, mas ele não quis aceitar a oferta. Em vez disso, deram o oiro ao seu amigo Doutor Máximo, que o entregou a todos os pobres. Quando aquele oiro desapareceu por completo o anão ficou satisfeito e foi ter com os seus familiares.

Aconselho este desafio aos meus amigos porque a história é muito interessante, tem boa moral e tem um final feliz.
Daniela Gomes - 5.º 8; N.º 28